| De olho no diabetes
O controle clínico intensivo do paciente diabético reduz em 76% o risco da retinopatia diabética. O alerta é do presidente da Sociedade Brasileira de Retina, Marcos Bittar Nehemy, que realizou palestra sobre esse tema, no auditório do HOB, para 40 oftalmologistas do Distrito Federal.
A retinopatia diabética pode ser traduzida como a manifestação da diabete no fundo do olho podendo causar a perda de visão.
De acordo com Nehemy, neste século, o maior avanço para tratar a retinopatia diabética é a fotocoagulação com laser, uma cirurgia, mas "no futuro, será possível, ao paciente diabético, usar inclusive comprimidos inibidores da manifestação diabética na retina".
Cuidados
Entre os principais cuidados necessários ao diabético para que mantenha o controle clínico intensivo estão, o nível de glicemia, triglicerídios e colesterol.
Conforme estatísticas da Sociedade Brasileira de Retina, 35% dos diabéticos têm problemas de retina nos primeiros anos que seguem à detecção do diagnóstico. Após 25 anos da doença, 90% dos diabéticos apresentam manifestação da doença na retina.
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